Don't give up on me

Natalia Vodianova by Carter Smith


Posso desistir? É essa a questão que me atormenta nos últimos tempos. Posso pegar na mochila, meter-me num comboio sem destino e nunca mais aparecer? Ou posso simplesmente deitar-me na cama e adormecer durante dias, semanas, meses, até o meu corpo curar as feridas e o meu cérebro deixar de enviar impulsos nervosos? Ou não? Afinal é precisa mais coragem para desistir ou para continuar? E se continuar mais um bocadinho, depois posso ir embora? Ou tenho de cá ficar? É preciso ter um tumor na cabeça e uma senteça de morte para todos me encorajarem a viver a vida? Não o posso fazer se não o tiver? Sou uma cobarde? Porque razão só devemos aproveitar as coisas quando sabemos que vamos morrer? Ou melhor, não vamos morrer todos afinal de contas? Uns mais cedo, outros mais tarde? So...what's the point? Não posso mesmo pegar nas minhas coisas, construir uma casa em frente ao mar, viver de passear cães das outras pessoas e ler 10 livros por dia? Como eles fazem nos filmes? Porquê? Tenho de trabalhar oito horas, enervar-me no trânsito, fazer o jantar para um, puxar pela inteligência que não tenho, forçar o sorriso amarelo e fingir que me importo, every fucking day??? É este o jogo? É este o objectivo? E se eu não o quiser? E se der uma guinada na A1 só para sentir a adrenalina percorrer-me os ossos todos? E se quiser deixar de sentir? E se quiser só que me abraces e digas que vai correr tudo bem? Posso? Posso pedir-te isso? Então porque raio não o fazes???

Let's talk about me

Sou completamente viciada em filmes de terror. Não perco um. Tenho uma lista interminável. Adoro comer gelados em frente à lareira, no inverno. O meu stress diminui quando conduzo à noite. Tenho três livros começados a ler na mesa de cabeceira. Um dia quero viver em frente ao mar. Adormeço sempre, sempre, sempre com a televisão ligada. É ela que me conta histórias para adormecer.

Sometimes we have to see for ourselves

Knowing is better than wondering, waking is better than sleeping, and even the biggest failure, even the worst, beat the hell out of never trying.

Mais vale tarde que nunca

Fernando Alvim disse " Em tempos de crise, são muitas as pessoas que acabam os seus relacionamentos antes de uma data tão despesista como esta. E eu acho perfeitamente compreensível. Para acabar relações nada melhor do que o Natal, aniversários de casamento ou o próprio dia de anos. É caríssima qualquer destas coisas."

AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!
Finalmente percebi.

Preciso de um Upgrade Emocional.

E de parar de sonhar.

I won't ever be your cornerstone

Cá estou eu a divagar. Rodeada de pessoas que me observam e avaliam a cada movimento. Sabem lá elas que me escapo daqui sempre que posso. Que, muitas vezes, mesmo enquanto falam para mim, respondo em modo automático. Como agora. Vejo os lábios a mexer, mas não ouço o que me dizem. Estou noutro sítio. Com a tua camisa vestida e o cabelo apanhado. O comando da TV substitui o microfone. E a plateia está do lado de lá do vidro inundado de gotas. Tu observas o meu espectáculo encostado à parede. Meio escondido, meio divertido. Ainda não dei por ti. Aumento o volume dos Kings of Leon para o máximo, o que é sempre demasiado alto na tua opinião. Salto para cima do sofá e grito o refrão da Pyro. Imagino o teu olhar de reprovação, se ali estivesses. Sei lá eu, que agora, enquanto vês o meu corpo dançar ao ritmo da bateria, naqueles momentos só meus, em que fujo da realidade e exorcizo a tensão da pele, dos músculos e dos ossos, sorris displicentemente. Estás a adorar o espectáculo. Segues todos os gestos, a cabeça que cai para trás, a parte em que mordo o lábio, os movimentos relaxados, sem constrangimentos, limitações, vergonha. Sentes-te mais atraído por mim que nunca. Porque sou um bicho esquisito na tua vida. Uma espécie rara. Sobre a qual podes ler e estudar. Mas que até hoje só viste em cativeiro. Conheces tão pouco de mim. Ou quase nada. Vá, agora já reparei em ti pelo canto do olho. Estou à espera do teu hum-hum repreensivo. Que não vem. Em vez disso sinto os teus braços a rodearem-me o tronco. E o que me chamas. A palavra que há bem pouco tempo me irritava solenemente, agora, faz todo o sentido.

O ponto de interrogação

Chega-se a um ponto em que não se sabe o que fazer. Sento-me e espero? Ou pego no mapa e tento decifrar o caminho? Será que tenho as chaves certas, ou a porta vai fechar-se na minha cara como daquela vez? Será que quero descobrir o que está do outro lado da porta? Ou, mais cedo ou mais tarde, acabo por perceber que depois da curiosidade vem o tédio? E este nevoeiro de onde vem? É preciso piorar as coisas? Não são já difíceis o suficiente? E o Inverno? Já estava na altura de ir embora. E as dúvidas? Podiam ir com ele. E o coração? Esse fica aqui bem quentinho dentro do peito que não o quero a vadiar tão cedo. Está demasiado frio para exercícios emocionais. E o amor? Esse, quando o encontrar na rua, está fodido.

That's all

A frase da Ême Melhor se está, menos se escreve. Pior se está, mais se escreve. A sério. É mesmo a sério. Sério. Sério. O problema é que não sei se estou do lado pior ou melhor. Estou entupida. É isso. Serve?

Chamem-lhe destino

Não há como fugir. Podemos tentar despistá-lo, obrigá-lo a contar até dez e procurar um esconderijo, voltar atrás e fazer tudo ao contrário, pensar duas vezes,andar aos ziguezagues. Não há como fugir. Tropeça em nós sempre que sentimos confiança suficiente para começar a correr. Assalta-nos a casa quando temos a certeza que demos duas voltas à chave, ao sair. Não há como fugir. Como fugir-lhe. É para isto que ele existe. Para surpreender-nos, levar-nos às gargalhadas ou obrigar-nos a partir tudo o que estava em cima da secretária. Eu não consigo fugir-lhe.
E, agora, tenho a secretária vazia e um monte de lixo para limpar.

A chave é a mentalização

Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço. Gosto do que faço.




The inconvenient truth

Sabes o que acontece quando dás o biscoito ao rato...
...ele vai acabar por pedir-te o copo de leite.

Let me in

Hoje vou deixar-te entrar de mansinho. Quando a chuva lá fora não parar de cair. Descalça-te à entrada, e vem ter comigo pé ante pé. Quando te deitares ao meu lado vou fingir que estou a dormir para ouvir-te dizer-me as coisas que não me confessas quando estou acordada. Vou sentir te colar o teu corpo gelado do frio lá fora, ao meu. Vais passar a mão no meu cabelo e dar-me um beijo no pescoço. Vou entreabir os olhos e dizer-te que estás atrasado, como sempre. E, no momento exacto antes de voltar a adormecer, vais dizer-me cheguei na hora certa.

Release me

- Hoje estás toda sorrisos, alguma razão em especial?

- Tiraram-me um peso de cima, só isso :)

Na ponta, estava o anzol

Gosto de aberrações. A sério. Gosto de filmes com cenas violentas. Psicologicamente inquietantes. Que me levam a pensar em como alguém pode sequer imaginar e fazer certas coisas. Mostram-me o outro lado do ser humano, aquele que todos temos e não mostramos a ninguém. É por isso que a expressão "Faz tudo como se alguém te observasse" não resulta. Minimamente. É como assistir a um show de magia sem truques. Precisamos desse lado. O lado que não revelamos a ninguém. O lado do qual muitas vezes temos vergonha. O lado do "cospe-me para cima", do ódio doentio, dos elogios vãos. E todos nós, todos, desejamos que um dia, muito secretamente, aquela pequena cena que nos passa pela cabeça, realmente aconteça. Apesar de não o admitirmos, muitas vezes nem a nós próprios.

Who needs love?

by Carter Smith


Foram precisos anos de luta. Rejeições, histórias de amor sem um final feliz, humilhações emocionais, mas conseguimos. Parabéns a nós. Nós mulheres. Custou mas foi. Já tenho a prova. Anos e anos de submissão, de fragilidade fingida, de ideias rigidas. Mas, pensando bem no assunto, não sei se nos dou os parabéns ou lamento profundamente. É isto que queremos ser? Caçadoras imperdoáveis? Olho por olho, unha por unha? De preferência com verniz escuro, saltos altos, vestido semitransparente, olhar de lince, lábios vermelhos, sorriso armadilhado. Vem cá. Que não te faço mal. E a manipulação dentro da carteira. Para vocês, homens, fazerem tudo o que queremos e, no final, irem a correr ter com a matilha contar como "levaram" a gaja para a cama. Quando é ela que decide quando o quer fazer, onde e como. Só falta arrumar-vos numa prateleira quais brinquedos sexuais. Ainda não perceberam que a estratégia é nossa? Que vos metemos um alvo na testa e damos um tiro certeiro? E sabem quem nos ensinou a ter pontaria? Vocês. Vocês que são os donos do mundo, mas que ficam todos acagaçados quando ameaçamos abrir a boca às vossas namoradas. Não se acanhem, elas mais cedo ou mais tarde espevitam e abrem a pestana. Ah e tal não é bem assim...ai não? Então expliquem me lá o sentido de uma mulher querer sexo e a única coisa que lhe oferecem é um ombro para chorar. What the fuck?



Welcome to the floor

Hoje precisava de ti. Ou de ti. Ou até mesmo de ti. De qualquer um. Que me abrisse a porta, me tirasse a roupa, me fizesse esquecer a merda da espiral autodestrutiva que me engole a cada segundo que passa. Que me batessem. Que me doesse. Que me doesse muito mais do que isto.

Goodbye 2010

Perdi um namorado. Ganhei um emprego. Perdi uma gatinha. Ganhei um carro. Perdi um amor. Ganhei uma cidade. Perdi a alegria. Ganhei um ordenado. Perdi o sonho. Ganhei a certeza. Perdi noites em branco. Ganhei cabelos brancos. Perdi 4 quilogramas. Ganhei comprimidos. Perdi a vontade de acreditar. Ganhei um blog.
Estão a ver um padrão? Ou é só impressão minha?

You will leave a mark



A vida é mesmo assim. E não somo nós que passamos por ela. É ela que passa por nós à velocidade da luz. E hoje apetecia-me dançar até ficar com os pés numa bolha, fixar-te o olhar do outro lado da pista, com a certeza que segues todos os meus movimentos. Ver-te tomar a minha direcção, sentir o teu hálito quente no meu pescoço e sugar-te a alma pela boca. Tornar-te meu. Hoje apetecia-me ter a certeza que se me deixasse cair, estavas lá para me agarrar. Ter confiança total em ti. Saber que não te vais embora mais uma vez. Ouvir-te chamar pelo meu nome, baixinho, com doçura. Sorrires quando te pergunto se hoje ficas comigo para sempre. Mas está descansado. Não te vou desejar para 2011. Deixei de pedir o que quero. Peço só para não me perder mais uma vez. Para ter sempre um plano B. Para ter forças e conseguir sorrir de todas as vezes que me apetece chorar. A mudança não vai acontecer. Não vou acordar no dia 1 de Janeiro e sentir-me diferente. Mas, e aí peço com todas as forças, espero finalmente já não te sentir em mim.

Desculpem lá mas tem de ser

Adoro quando as pessoas no meio de uma conversa dizem "Desculpa lá mas...isto ou aquilo" é que seja o que for que a pessoa vá dizer a seguir a única certeza é que ela não está a pedir desculpa, de todo. Normalmente este desculpa lá vem acompanhado de uma péssima companhia, daquelas coisas que se dizem de rajada, ou estão há demasiado tempo presas na garganta. Como o desculpa lá que acabei de dizer.

E não, não estou em negação há 10 meses.

I'm original, cannot be replaced

Devia estar uma fotografia minha na lista do FBI com o título Dangerous. A facilidade que tenho em apaixonar-me é tanta, mas tanta que chega a dar-me náuseas. Exactamente como subir ao cume da montanha-russa e olhar cá para baixo, mesmo antes de começar a descida. Sobe-nos o estômago à boca e a cabeça anda à roda. É o cruzar de olhares, e se ele sorri, está feito ao bife. Mas calma, é momentâneo. Naqueles breves segundos de interacção (muita vezes acidental, porque o que ele queria mesmo era conversa fiada com a miúda que está ao meu lado com as mamas no pescoço, o vestido em que não se pode baixar, e a maquilhagem de bairro de lata) imagino os passeios à beira-mar, os cães que escolhemos, os ramos de flores que vou ter à minha espera quando chego a casa, os beijos apaixonados, ect. E, de repente, PUFF! A minha mente é invadida pelas discussões, pelas mensagens sem sabor, pela monotonia dos fins-de-semana sem nada para fazer, no cão que ladra, ladra, mas ninguém o quer ir passear, nos dias de aniversário esquecidos, no sexo mecânico e repetitivo, nos olhares lançados a terceiros em que se finge não reparar. E volto ao meu mundo. Onde percebo que não vale a pena o esforço para irmos parar ao mesmo. Sempre ao mesmo.
Ou então podiam aproveitar esta minha capacidade de começar e terminar namoros em menos de 1 minuto. Quem sabe poupava algum sofrimento a muito boa gente.

And you give yourself away

Andava ele a passear-se no shopping. Não estava sozinho. Diz ela que quando a viu só lhe faltou enfiar-se no primeiro buraco que lhe aparecesse. Continuou as suas compras de Natal, meio comprometido, com a companhia feminina que escolheu para o devido efeito. Mas, quando a noite cai e não há pessoas, lugares e barulho, pergunta-me se se pode enfiar na minha cama. Assim, sem tirar nem pôr. Se tenho pena? Tenho. De quem anda com ele durante o dia, como se ele fosse um cão-guia, de tal forma é a cegueira. Se me dói? Dói. E muito. Dói-me o tanto que sei e o tão pouco que percebo. Dói-me ver ao ponto a que as coisas chegam. Não por mim. Mas por quem assiste de mão dada ao concerto e finge não ver a sequência de mensagens. Por quem provavelmente acabou de abrir as pernas, e quando se volta para o outro lado ignora a mensagem que eu recebo no telemóvel. As palavras, explícitas, letra por letra. Escritas com os dedos que nem há 10 minutos percorreram outro corpo. Viver na ignorância é viver feliz. E nos últimos meses espetaram-me a enciclopédia à frente dos olhos e obrigaram-me a ler. Do princípio ao fim. E, à medida que ia lendo, percebi que além de cegos, surdos e mudos, gostamos mesmo de o ser.
[Photo: Gisele Bundchen by Carter Smith]

With or without you. Get it?

PPDA, e não, não repeti o P e também nada tem a ver com Passagem

Lá está a pergunta do costume, associada à cara de enfado "Em casa??" Meu Deus, como eu detesto a noite de passagem de ano. Destesto, detesto, detesto. Haverá coisa mais irritante do que uma noite em que somos obrigados a divertirmo-nos? Não gosto de fazer planos, saem sempre todos furados, sim, sim, é sempre tudo muito giro, lista de pessoal, comida, bebidas, playlist e quando chega a hora H corta-se tudo e vai um para cada lado. Sobram três gatos pingados, que à última hora recorrem ao sítio que nunca os deixará ficar mal. Casa. às vezes Casa+Família. Para os que têm sorte. Para mim não passa de uma saída à noite com uma contagem decrescente. E se há coisa que aprendi com o tempo, é que as saídas à pressão, sem qualquer tipo de combinação são sempre as melhores. Portanto a PDA tem sempre tudo para correr mal. Sem contar com o frio, a chuva, ainda que muitos insistam em vestimentas de gala e com o arrastar da noite a coisa não se aguenta. Não querendo gabar-me tive vários convites, do norte ao sul do País, e o mais certo é ficar em casa com as duas pessoas que mais amo neste mundo. Porque elas não fazem planos, não se cortam em cima da hora e recebem-me sempre de braços abertos. Mas há sempre quem comente "mas não pode ser assim, tens de largar os teus pais, és mesmo menina da mamã, isso não tem jeito nenhum...bla, bla, bla" Pois eu digo-vos, até hoje todas as PDA me correram mal (as que não passei em casa), nunca foi nada como idealizei, quem acabou por levar com tudo em cima fui eu e sinceramente, este ano, dou-me por muito contente por conseguir passá-la acordada sem enfiar dois comprimidos para dormir pela goela abaixo.

Vou entrar em modo automático. A letra explica porquê.

Christmas sucks

Gostava muito de dizer que adorei este Natal. Que foi tudo sorrisos e felicidade. Mas não. Sou uma grande adepta do Natal, quem me conhece sabe como os meus olhos brilham quando se fala nele, como adoro os preparativos, receber as pessoas cá em casa, escolher os presentes. Mas não. Este ano o Natal desiludiu-me. Desejei estar sozinha a maior parte do tempo. Sem pessoas, sem barulho, sem perguntas , sem conversas da treta em que tive de fingir que sim, está tudo muito bem e, sim, estou muito feliz. O que me apetecia sinceramente era mandar tudo à merda e chorar baba e ranho. Porquê? Também não sei. Dizem que nesta época do ano a taxa de suícidio aumenta consideravelmente.
É que o Natal bate forte. E eu levei com ele a sério.

Acerca de mim

A minha foto
O meu nome é Joana. Sou insatisfeita por natureza, quero sempre mais e sempre melhor. Sou indecisa, mas quando me decido vou até ao fim do mundo. O meu sonho é fotografar o mundo e as coisas bonitas que nos rodeiam. O meu grande sonho é não ter limites para o fazer.